
Preparador físico de Jorge Sampaoli ganhou processo contra o Santos (Crédito: Pedro Ernesto Guerra Azevedo/SantosFC)
O Santos perdeu, em primeira instância, um processo contra Marcos Fernández, preparador físico da comissão técnica de Jorge Sampaoli, que trabalhou no clube em 2019. O clube está condenado a pagar R$ 538.924,50 ao profissional. A informação foi publicada inicialmente por A Tribuna, confirmada pelo DIÁRIO DO PEIXE.
Fernández entrou com processo pelo não pagamento do FGTS de agosto até novembro de 2019. A indenização determinada pela justiça é equivalente a seis meses de salários, mais todos os custos do processo. O Santos ainda pode recorrer da decisão.
O juiz Carlos Ney Pereira Grugel, da 6ª Vara do Trabalho de Santos, determinou a multa considerando uma falta grave do empregador, já que foi comprovado que o Santos não pagou o FGTS no meses alegados.
Além de Marcos Fernández, o Peixe enfrenta processos semelhantes de outros profissionais da comissão técnica de Sampaoli. Jorge Desio, Carlos Desio e Pablo Fernández também acionaram o clube na justiça.
O briga judicial contra o treinador também terá capítulo importante nesse mês. O juiz já ouviu as partes e marcou uma nova audiência para o dia 22 de setembro.




A administração do Santos FC daria um excelente “case” para as aulas na FGV. O estudo de uma empresa com fluxo de caixa de poucas receitas, enorme gasto fixo e despesas extraordinárias (multas e indenizações) que pipocam a todo momento. Pesado investimento em ativos obsoletos que não despertam terem-se no mercado e aposta em projetos de médio e longo prazo de retorno incerto (categorias de base). Como não há dinheiro contigenciado (reservado) para fazer frente a essas indenizações que surgem frequentemente, as contas só pioram e novos credores vão surgindo a todo momento. A única esperança é que apareçam interessados nos jogadores do Santos FC, não importando quem serão os jogadores vendidos, Veríssimo, Soteldo! Marinho, porque se não conseguir pagar os salários e obrigações trabalhistas corre o risco de sair todo mundo de graça. O modelo de administração na base da pedalada nos credores.