
Sánchez se prepara para cobrança de falta. Contra o Botafogo ele parou duas vezes em Gatito, sendo uma das armas do Peixe (Crédito: Ivan Storti/Santos FC)
Um dos líderes do elenco santista, Carlos Sánchez faz uma temporada irregular. O mês de setembro já está acabando e o uruguaio só fez um gol no ano. Em 2019, ele foi o artilheiro da equipe, com 21 gols, quebrando um recorde de 79 anos sem o Peixe ter um artilheiro estrangeiro na temporada.
No empate em 0 a 0 contra o Botafogo, jogando mais pelo lado direito, com Pituca de primeiro volante, o futebol de Sánchez cresceu. Ele marcou mais, criou e, além de deixar os companheiros em situação de gol, quase também conseguiu deixar o seu em duas cobranças de falta. Só não fez devido a boa atuação de Gatito.
Após o confronto, o técnico Cuca elogiou a atuação de seu jogador e falou da importância que ele tem para o time.
“Ele jogou em todas as posições que ele podia jogar. De segundo volante, de quarto homem pelo lado direito, de meia…e a gente foi utilizando ele conforme ia mexendo as peças. Ele jogou bem. Sempre falo que ele é um jogador importante e precisa recuperar a confiança”, disse o treinador.
Sánchez completou na semana passada, contra o Olimpia, 100 jogos com a camisa do Peixe. No confronto ele acabou usando a braçadeira de capitão, fato que pode se repetir no jogo de quinta contra o Delfín, no Equador. Cuca vem fazendo um rodízio de capitães, com Alison mais frequente no posto de líder, mas como a partida é da Copa Libertadores e o jogador uruguaio fala espanhol, crescem suas chances de usar a faixa com Z de Zito.
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